
sábado, 26 de julho de 2008
Sem ó-cu-los!!

quinta-feira, 24 de julho de 2008
Fome sem vontade de comer...

segunda-feira, 21 de julho de 2008
Vida corrida

domingo, 20 de julho de 2008
Parabéns para mim!!!
Por isso que eu faço apenas pequenas reuniões, com os amigos mais próximos, de preferência todo mundo que se conhece, porque assim eu economizo Lanussa pra essas pessoas todas e fico linda e maravilhosa durante o tempo todo. Bem mais prático...
Então, as pessoas que não foram convidadas (e que chegaram a se convidar e também não foram convidadas), me desculpem mas, as vagas são limitadas, sabe como é, né? Tentem no ano que vem...
A DD veio aqui me dar um abraço... E eu não ia perdoar essa macaca, se ela tivesse a petulância de não vir!
A macaca da Dainna também foi e inventou logo um arrumadinho com Maria-Isabel e creme de galinha. Ainda colocava uns salgadinhos, assim, por cima, pra ficar mais no jeito. Coisa bem de pobre mesmo, né...? rsrs Pobre que é pobre, inventa arrumadinho em qualquer lugar que esteja.
Samantha não poderia deixar de ir também. Me ajudou um bocado a organizar tudo...
As Beck-maníacas, né??? A Tatá também foi me dar um abraço.
Eric, irmão da Samantha...
O namorado da Samantha também veio, embora o Batman estivesse disputando o horário comigo... Mas ele acabou dando um jeito... pro bem da vida dele, claro. rsrs
Larisse também estava aqui.

Ah! E essa coisinha-que-não-pára é quem? Quem? Maria Klara!!!! Esse pedacinho de gente tava em todo lugar ao mesmo tempo. E como gosta de dançar!!! Coisa lindinha da madrinha!!!

E, tipo, óbvio! Cecília (macaca) também tinha que ter vindo, né? Por que senão essa bagunça não estaria completa.

E, mamãe sugeriu discretamente que o primeiro pedaço de bolo fosse dela... Claro que, discretamente, é bondade minha em se tratando de... mamãe. Tá, eu dei o primeiro pedaço pra ela. Já é costume de todo mundo mesmo, né? Eu não quis ser moderna nessa parte.

E... DD tirou uma foto artística dessas mãos aí. Ela se chama Entrelaçados e será leiloada futuramente, com lance mínimo de R$ 10.000.
P.s: Depois de uma auditoria especializada em grandes obras de arte, o lance inicial de Entrelaçados foi alterado pra R$ 25.000.
É isso aí!
sábado, 12 de julho de 2008
Sábado animado...

É realmente emplogante (e ao mesmo tempo não é), saber que amanhã ainda é domingo! Porque, nos dias normais, em que eu não estou de férias, quando eu tenho o dia todo, assim, sem nada pra fazer, é sinal de que o dia seguinte é segunda-feira e amanhã ainda é domingo! Dá pra acreditar num negócio desses? Quer dizer, é claro, dãããã! Todo mundo sabe os dias da semana Lanussa, pelo amor de Deus! Ninguém é atrapalhada com esse tipo de coisa como você. Quer dizer, achar tipo, que sexta é sábado e que terça é quinta é, francamente... Quem é que faz esse tipo de coisa idiota? Não que eu seja idiota. Não totalmente... Ah! O que é que vocês querem afinal? Eu tenho uma vida estressante! Por Deus, eu sou professora! Pro-fes-so-ra! Professores deveriam ganhar prêmios por conseguirem manter a sanidade mental até a hora de se aposentar. Pelo menos a maioria que consegue... Porque, eu não sei se vocês sabem mas, na vizinha cidade de Caxias, no Maranhão, tem uma mulher doida que anda pelada na rua. Pelada eu quero dizer nua, nuinha, como veio ao mundo. Podem acreditar, eu mesma já vi. Não que seja uma coisa muito legal de se ver, se você não é muito chegada em banha e pele flácida... Argh! O fato é que, aqui entre nós, ouvi dizer que ela era professora antes de virar a Doida Pelada e ficou sem juízo por causa do salário baixo. E não, eu não corro o risco de sair pelada por aí. Nem se animem rapazes. Eu tenho a cabeça muito boa. Sério! Esse negócio de me confundir com os dias da semana é... bobagem. Ora, afinal, pra que que serve o calendário do celular?!
Então, como não tinha na-da pra fazer eu resolvi adiantar a leitura do livro da Sophie Kinsella, Samantha Sweet, executiva do lar. E eu li bastante, tanto que eu basicamente nem vi as horas passarem e só falta um pouquinho de páginas, o que me deixa bem triste porque, ora, amanhã ainda é domingo, quando não passa nada que preste na TV e eu não tenho nem pra onde sair, o que quer dizer que eu vou ficar lutando pra não ficar doida durante o decorrer do dia.
E mamãe fez de novo. Eu já disse aqui uma vez o quanto mamãe gosta da minha presença e atenção, principalmente, quando estou lendo. Então ela entrou no quarto e, pasmem, simplesmente sentou na cama ao lado e, tipo, ficou. Sem falar nem nada. Só sentada. E eu fiquei meio pensando: "Mãe, qual é?! Não dá pra ver que eu estou LEN-DO? A senhora pode meditar sentada na cama do SEU quarto." Porque era o que parecia. Que ela estava meditando ou coisa assim.
E eu detesto ler com pessoas presentes. Porque eu simplesmente não posso dar gargalhadas altas nas partes engraçadas, ou fazer comentários feito uma louca que fala sozinha ou falar com os personagens como se eles estivessem presentes. Não que eu não possa na verdade. Eu só, meio que não acho... apropriado.
E aprendi uma palavra nova. É francesa. Cordon bleu. Eu não sei muito bem como se pronuncia mas, simplesmente, amei. E, agora que eu fiz uma pesquisa (o que seria da gente se não fosse esse tal de google...), eu sei que significa fita azul, em francês, e é uma escola de culinária muito tradicional. Olhem só:
"A origem da escola vem da L'Ordre des Chevaliers du Saint Espirit, uma elite de cavaleiros franceses que foi criada em 1578. Cada membro era recompensado com a Ordem do Espírito Santo, a qual suspendia uma fita azul. De acordo com a história, o grupo ficou conhecido por seus banquetes extravagantes e luxuosos, conhecidos por sua vez como "cordon bleu". Enquanto esses jantares foram abolidos pela Revolução Francesa, o nome permaneceu sinônimo de excelente comida. Outra teoria diz que fita azul tornou-se sinônimo de excelência, sendo mais tarde aplicada em outros campos, como a culinária.
O nome foi adotado por uma revista de culinária francesa, La Cuisinière Cordon Bleu, fundada por Marthe Distel no começo do século XIX. A revista começou a oferecer lições especiais dos melhores chefs na França. Em 1895, em Paris, foi aberta a primeira escola, que rapidamente se tornou uma das melhores escolas de culinária do mundo."
Legal, né?
Sinceramente, estou pensando em fazer um curso de culinária na Cordon Bleu. Já pensou? É! Eu podia sim. Passar uns meses na França aprendendo a fazer "foie gras tostado com cobertura vidrada de abricó, cordeiro com hamus apimentado e suflé de chocolate e hortelã com dois tipos de sorvete feitos em casa". Não que eu tenha visto abricó alguma vez na minha vida ou saiba ao menos o que é... hamus. Mas, puxa, a gente deve com certeza aprender isso em Cordon Bleu. Então eu ira ser uma maravilhosa chef de cozinha e iria trabalhar em algum bistrô charmoso em Paris. E usar aqueles aventais de chef e flambar coisas, tipo... bananas e... ahn... coisas! Muito chique. Aliás, tudo que vem da França é muito chique. Menos falar fazendo bico e nossa, vocês sabem como é pescoço em Francês? Pescoço em Francês é Cou e se pronuncia... bem, tentem adivinhar com a mente poluída de vocês.
O negócio é o dinheiro para ir até a França. Eu não tenho. Podia pedir carona! Ah... bem, tem o Oceâno Atlântico e tal... Como é que se consegue carona para atravessar o Atlântico? Poxa, você não pode simplesmente levantar o polegar e... Tá. Viagem de mais. Parou.
E, falando em comida... hoje eu me alimentei péssimamente mal. Minha tia viajou e quando ela faz isso nós meio que só nos alimentamos de bifes e arroz requentado, até quando acaba e a gente tem que passar pro Plano B que é... Ah, meu Deus, FAZER arroz!
Nada! Tô brincando! Eu sei perfeitamente fazer um pouco de arroz. E eu até posso ganhar muito dinheiro com isso, se vocês querem saber. Eu posso vender como arma de guerra pro Osama Bin Laden. É! Ele pode jogar no Sears Tower, já que ele gastou um bocado de aviões com o World Trade Center. O prédio ia cair bem mais rápido que as torres gêmeas. O Bush ia ficar tipo, totalmente i-ra-do com isso. Ele ia meio que dizer: "Puxa! Como nunca pensei nisso antes?" Rá! Novidade, Bush! Há mentes mais brilhantes que a sua. Na verdade, convenhamos... qualquer mente é mais brilhante.
Bem, então é isso! Espero que eu sobreviva ao domingo...
Té mais!
terça-feira, 8 de julho de 2008
Fim de semana em José de Freitas.



... sono.

Suely, eu e Jonilza curtindo a night freitense... numa seresta.
Olha a minha cara de fe-li-ci-da-de. rsrs
Eu e minha amiga do coração...
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Odeio gente intrometida...

E, cara, eu tô morreeeeeeeeeendo de sono, mas eu tenho pelo menos que começar a escrever isso aqui antes que eu esqueça as melhores partes.
E tudo começou antes mesmo de eu vir pra cá, mais específicamente na fila do banco (eu já disse que eu O-DE-I-O filas de banco?). Nossa como eu detesto aquele lugar! Não, não é o Banco do Brasil. Eu achei outro banco agora, pra pagar os meus pecados e é bem pior, porque lá fede. É! É um banco de elite e terrivelmente fedorento, porque tem um espaço muito pequeno e, muito provavelmente, as pessoas que o freqüentam não são muito chegados em tipo... banho.
Então eu estava lá naquela ante-sala do inferno cheirando à suvaqueira, quando eu resolvi agilizar um pouco a vida e avisar Jonilza de que eu ia para José de Freitas e ia ficar na casa dela até Merinha chegar de Teresina.
Pois bem, vocês (quem quer que seja que tem a coragem de ler esses textos enormes aqui desse blog...) já leram em um post lá atrás, algumas das coisas que mais me irritam na face da terra e entre elas está? Está? Acertou quem respondeu: "odeio quem puxa assunto comigo em filas de banco". E o que foi que aconteceu? Hein, hein? Uma senhora que estava na minha frente resolveu ouvir indiscretamente a minha conversa ao telefone e depois quis saber um pouco mais da minha vida, como se isso fosse ajudar a passar o tempo dela. E, sabe? Eu não me importaria nem um pouco de ficar ali calada, na minha, só esperando aquela fila andar e morrendo de dor nos pés (além de uma enxaqueca de dois dias), não, eu não me importaria. Mas aquela mulher pensava assim? Pensava? Nããããããããããããão. Ela só queria saber da curiosidade absurda dela sobre a vida de pessoas que estão atrás dela na fila da droga do banco. Que pessoa mais egoísta!!
Por isso, assim que eu desliguei, desenrolou-se a seguinte conversa:
- Tu vai viajar? (E o que que ela tinha a ver com as calças?!)
(Pensando durante três segundos se era o caso de ignorá-la e fazer ela passar vergonha e eu passar por mal-educada ou... bem, responder a pergunta idiota dela)
- Vou - respondo finalmente.
- Pra onde? (Mais que coisa!)
(Mais três segundos....)
- José de Freitas.
- Tu é de lá?
(1... 2... 3...)
- Não. Minha família é de lá e eu tenho muitos amigos também.
E vocês devem estar imaginando o meu sofrimento em ter uma conversa tão invasiva assim, com UMA PESSOA QUE EU NÃO CONHECIA!!!
E isso não é "brabesa" ou frescura. Não. É uma coisa minha. Poxa! Ela podia ser alguma daquelas mulheres que seqüestram criancinhas por aí. E... certo, eu não sou nenhuma criancinha, mas ela era bem feia e dava até medo... Nossa!
- Eita que deve ser uma festa quando tu chega lá, né? Elas ficam alegres...
- (1... 2... 3... e com o sorriso forçado) Ficam, sim.
E ela fez a pergunta mais absurda de todas!!
- E tu vê lá... matando galinha?
Agora, deixa eu explicar a coisa toda aqui. Até o momento eu não tinha percebido a imagem que a feia senhora estava tendo da minha viagem à José de Freitas. Ela achava que eu ia pro interior dos interiores e que, as minhas amigas, instruídas, estudantes universitárias quase se formando, que sabem conversar e se comportar educadamente em qualquer lugar, eram umas caipiras faltando os dois dentes da frente que ficavam felicíssimas em receber a amiga da cidade e, para comemorar, matavam o primeiro bicho que viam na frente delas pra cozinhar ao molho. Francamente!!! E, além de tudo, o que há de tão assustador em matar uma galinha? Não que eu já tenha matado uma na vida ou tenha vontade de fazer uma coisa dessas, afinal, para minha comodidade, elas já vêm mortas e cortadinhas em pedaços no supermercado, mas... Pelo amor de Deus! Em que mundo ela vive? Duvido que se a galinha não estiver lá, prontinha, ela não vá comer uns bons pedaços. Afinal, ela não tinha nenhum corpo de Miss Universo...
Então, eu respondi:
- Minha vó mata galinha, sim.
- Eu não tenho coragem de ver...
Daí, ela virou pra frente de novo e eu dei graças a Deus e pedi a Ele também, que fizesse aquela fila acabar logo antes que aquela mulher sentisse uma vontade incontrolável de conversar durante todo o percurso até o caixa.