segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

BALANÇO DE 2009.



Bem, aqui estou eu de novo. Como faço desde 2007, vim dizer como foi meu ano de 2009, observar o que aconteceu de bom ou de ruim e se eu aprendi alguma coisa com tudo isso.

Então, é assim, eu esperava mais de 2009 do que pude arrancar dele. Minhas expectativas foram grandes. Minha luta foi mínima. É, esperei muitas coisas. Esperei mesmo. Só isso. Esperei...

2009, além de tudo, foi um ano... normal. É. Diferente dos anos anteriores, desde que fiz 18 anos e passei a ser mais responsável  por tudo aquilo que acontece na minha vida. Sabe como é... Tipo, só coisas que acontecem na vida de todo mundo o tempo todo.

O ano começou em Parnarama-MA. Passamos lá a virada de ano: eu, Herlon e a família dele. Oito dias lá e voltamos pra casa. Planejamos ir pra Aracati-CE, no carnaval. Não deu certo. Fomos pra Parnarama. Choveu pra burro. Ficou mais difícil pra eu e Herlon nos vermos porque ele ficou sem moto. Tivemos muitas saudades. Depois de três meses sem receber minha afronta ao salário mínimo, saí da escolinha onde eu dava aulas de Inglês. Demorou mais dois meses pra eu receber o que me deviam. A Semana Santa foi a pior de todas as que eu posso me lembrar. Por isso quero esquecer. Em Maio eu descobri que ia gastar uma fortuna com médicos e exames. Eu não tinha uma fortuna. Eu e Herlon planejamos toda uma vida nova e promissora. Decidi sair do meu outro emprego. Tive que aguentar um mês inteiro sem xingar a minha egocêntrica patroa. Comemorei meu primeiro dia dos namorados. Eu e Herlon descartamos os planos de uma vida nova, deixamos só a parte promissora. Cheguei viva ao último dia de trabalho. Tive um aniversário maravilhoso. Tentei comemorar meu primeiro ano de namoro. Chorei de frustração. Fui ao nosso litoral depois de dois anos. Apresentei meu trabalho de conclusão do curso de Relações Públicas. Tirei 9,0. Comemorei com o Herlon. Eu e ele voltamos com os planos de uma vida nova e promissora. Comecei o semestre desempregada. Os dias passaram voando. Excesso de feriados prolongados. Fiz uma incrível viagem aos Lençóis Maranhenses com meu amor e uma turminha boa. Foi cansativa e perfeita. Nada de trabalho à vista. Herlon e eu descartamos de novo os planos de uma vida nova e promissora. Nada mesmo de trabalho à vista. Novembro passou que eu não vi. Chegou o Natal. Fiquei em casa com a família. Herlon foi pra Parnarama. Terminei o ano no mesmo lugar em que havia começado: Parnarama. Comemoramos o aniversário do Herlon e o Ano Novo. Agora é 2010.

Tá vendo? Nada de grandes acontecimentos. Eu sei que fui a grande responsável por isso. Não pensei que pudesse passar um ano tão apática. Não acho que foi um ano ruim. Mas eu poderia ter feito melhor.

Eu vi o quanto as pessoas evoluíram e cresceram e eu fiquei no mesmo lugar, do mesmo tamanho.

Mas a gente sempre tem que tirar alguma coisa boa de tudo. Olhei mais pra dentro de mim. Tive muito tempo livre pra isso.

Vivi uma luta diária comigo mesma. Fiquei entre o que eu queria  o que as pessoas queriam que eu fizesse. Mas eu quero tentar ser mais firme. Eu já consegui isso uma vez. Posso coneguir de novo. Eu tenho que ser a primeira a respeitar minhas opiniões.

Aprendi, durante esse ano, que às vezes você não deve ter receio de ser egoísta. A maioria das pessoas sempre é. Eu tenho que aprender a pensar mais em mim. Vocês acreditariam se eu dissesse como isso é difícil?

E não posso deixar de falar que, a maioria das emoções sentidas por mim veio do Herlon, claro. Esse garoto faz meu coração dançar um samba de vez enquando... Foi meu grande companheiro em 2009, o meu amor, o meu amigo. E eu o amo todo dia.

Então, foi isso! Mais experiência, mais maturidade, mais sabedoria... Ah, gente! Talvez não tenha sido assim tão ruim! Alguma coisa disso com certeza vai me ajudar no ano de 2010. Que venha, então!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Zé de Freeeeeeeeitas!!!!!



Fim de semana passado eu fui pra José de Freitas. É! Depois de tanto tempo... E, ao contrário do que muita gente pensou: não, eu e Herlon não terminamos o namoro. Mas, fala sério, a gente também tinha vida antes de começar a namorar. O que quer dizer que temos direito de reencontramos os amigos de vez enquando, separadamente, pra conversar as besteiras que só os amigos sabem falar tão bem.

Eu liguei pra minha grande amiga Merinha e ela disse que me receberia com todo o prazer na sua casa, como ela sempre fez. Essa garota é uma amiga bem especial.




O Herlon foi me deixar na parada de ônibus e eu estava bem ansiosa pra chegar lá e rever meus amigos e a cidade que sempre fez parte da minha vida.

Todo mundo se surpreendeu de me ver por lá, disseram que eu estava bonita e ficaram felizes com a minha visita.

E, em determinada hora eu percebi que, há muito tempo eu não era espontânea. Não que eu tenha mudado de personalidade ou coisa assim mas, quando a gente está com o namorado é diferente de estar com as amigas falando besteira. E eu até pensei: "Talvez eu também possa ser mais espontânea mesmo estando com o Herlon e a turma dele." Eu acho que ele vai estranhar essa conversa, rsrsrs.

O negócio é que eu fiz uma comparação entre mim e Merinha (quando eu nem gostava dela) e as amigas do Lonzin.

Quando eu e Merinha ainda não éramos amigas, ela namorava um amigo meu, da minha irmã e do meu primo. A gente andava em um bando de 13 pessoas em José de Freitas e tava sempre causando a sensação nas festas, por causa da nossa alegria.

Pois bem, quando o Flávio começou a namorar a Merinha ele passou a levar ela pras festas com ele. E o que acontecia era que, o mais animado da turma ficava sentado a noite toda junto da namorada, que ficava com uma cara de eu-não-deveria-estar-no-meio-dessa-gente-louca. E, por isso, a gente achava ela muito chata.


O fato é que, hoje que eu conheço bem a Merinha e somos amigas do coração, eu sei que a Merinha adora festa e adora dançar e é alegre e divertida. E agora eu me vejo no lugar dela, com relação a turminha do Herlon. As amigas dele dançam e se divertem e brincam e eu... eu fico só olhando do meu lugarzinho, me sentindo meio deslocada. E eu nem sou assim.

E quando eu cheguei lá em José de Freitas e encontrei com a Merinha, eu fiquei alegre por poder voltar a ser aquela Lanussa que eu sei que sou de verdade. E nós fomos pra Barragem  e ouvimos muito forró e conversamos e eu vi Merinha fazer umas danças engraçadas com o namorado dela. Foi ótimo.



E de noite nós fomos pra praça, né? E eu vi mais pessoas que não via fazia tempo e lembrei da última vez que eu estive lá e de como nós nos divertimos, só as amigas. Como eu gosto dessas amigas...


E foi legal, embora a turma estivesse meio desfalcada porque a Jonilza tá zangada comigo, porque eu fiz coisa errada. Mas eu espero que ela me desculpe e a gente volte a ser as amigas fofonas de sempre, pra não dar gosto pra raça que não quer ver essa mulherada junta e se divertindo.

Claro que eu também senti saudade do meu amor. Mas é bom sentir saudade, porque a melhor parte é quando a gente mata essa danada.

Eu espero voltar a fazer isso mais vezes. 


Pôr do sol na Barragem do Bezerro.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Nada.



Não sei bem o que escrever aqui hoje. Acho que eu deveria dizer alguma coisa...

O dia está esquisito e eu me sinto estranha. Talvez seja o fato de eu estar gripada e a gripe sempre me dar a sensação de não estar dentro do meu corpo. O dia hoje está quente e, com a gripe, isso se acentua ainda mais.

Acho que o Herlon está zangado comigo. É... parece que eu nunca faço as coisas certas, como as pessoas querem realmente. Peço desculpa a todos. Talvez na próxima encarnação isso seja melhorado.

Já é hora do almoço e eu não tenho fome. Mas, vou ter que comer assim mesmo se não quiser ir tomar soro no hospital, como no ano passado.

Falando em ano passado... estou me sentindo como naquele período que, por coincidência ou não, também aconteceu no meio de uma gripe. Foi uma crise emocional. Eu me senti um lixo, meu corpo entendeu a mensagem, eu conheci quatro médicos, levei um monte de agulhadas e fiz um tour de cadeira de rodas pelos corredores vazios e fantasmagóricos de um hospital.

Foi uma experiência única. E vai continuar sendo. Não vou repeti-la.

Bem... continua aqui uma sensação de que, eu sempre faço tudo errado e sou sempre a culpada de tudo. É, as pessoas realmente sabem como me fazer sentir assim. Tem gente que simplesmente não se importa. Tem gente que não se importa com ninguém. Eu me importo. Sempre. É um saco.

Eu tenho que ser "perfeitinha" o tempo todo. Toda sorrisos, educação, bom-humor, disposição, aceitação, disponibilidade... Quase uma Nossa Senhora das Graças, carregada pelos sete anjos. Não obrigada, eu já tentei fazer esse vestibular. Várias vezes. Sorry. Não tem vaga pra mim.

Eu não vou gostar do dia de hoje. Que a noite chegue logo e eu possa dormir e acordar novamente.

Amanhã é outro dia.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Doida da Lua forno e fogão.



Faz tempo que eu estava atrás de uma boa receita daquelas panquecas maravilhosas que as pessoas comem no café-da-manhã, nos filmes e seriados americanos. São tão bonitas, né? E parecem tão gostosas... E como eu fui acometida de uma febre-de-chef-de-cozinha e passei a pegar receitas novas e experimentá-las também, pensei em tentar fazer essas panquecas.


Então eu tipo, fiz uma pesquisa e coisa e tal e escolhi a receita que fosse mais simples e fácil de fazer, com poucos ingredientes... E achei uma maravilhosa.
Vou colocar aqui pra vocês, se alguém quiser se arriscar pelo mundo culinário...


PANQUECA AMERICANA


Ingredientes:
  • 1 1/4 de xícara de chá de farinha de trigo
  • 1 colher de sopa de açúcar
  • 3 colheres de chá de fermento em pó
  • 2 ovos levemente batidos (a receita diz levemente batidos, mas eu aconselho a bater um pouquinho mais e peneirar as gemas pra não ficar com cheiro de ovo. Pra peneirar as gemas, não raspe com a colher, apenas faça furos nelas e deixe escorrer. Isso impedirá que aquela película que a envolve passe pela peneira e é exatamente ela que dá o cheiro de ovo. Nossa como eu tô inteligente...rsrs)
  • 1 xícara de chá de leite
  • 2 colheres de sopa de manteiga derretida (ou 1 colher de óleo)
  • pitada de sal
  • manteiga ou óleo para untar
Modo de fazer:

Misture em um recipiente a farinha, o açúcar, o fermento e o sal. Em outro recipiente misture os ovos, o leite e a manteiga. Acrescente os líquidos aos secos. O ponto da massa não deve ser muito líquido, deve escorrer lentamente. Aqueça e unte a frigideira e coloque a massa no centro, cerca de 1/4 de xícara por panqueca (ou uma concha pequena). Deixe fritar até ficar levemente dourada. Tem que virar a panqueca pra fritar dos dois lados.



Gente, a receita não fica nem doce nem salgada. É porque ela deve ser servida com acompanhamentos como:
  • Manteiga (eu prefiro manteiga de verdade mesmo, não margarina)
  • Mel
  • Caldas de vários sabores... pode ser aquelas que a gente coloca no sorvete.
  • Frutas
  • Geléias


Sugestão de recheio: Bata um pote de iogurte natural com adoçante ou açúcar e essência de baunilha.


Uma vez eu fiz uma geléia de  morango super fácil... É só colocar morangos cortados em cubos com 1 1/2 de açúcar no liquidificador e depois levar ao fogo até apurar. Tem que ficar mexendo o tempo todo até ela engorssar um pouquinho. E a gente até pensa que num vai dar certo mas dá. Tenham fé!rsrs



Eu preferi a minha panqueca mais doce, então eu acrescentei um pouco mais de açúcar. Elas ficam bonitas e gostosas. Só a Ana Carolina, minha irmã, comeu metade das 14 panquecas que eu fiz. E o Herlon comeu o resto, rsrs.



Eu até tirei umas fotos mas, a minha máquina é péssima (rsrs). As fotos ficaram horrorosas! Mas as minhas panquecas ficaram parecidas com essas das fotos, só que eu joguei uma calda de chocolate por cima.


Bem, quando eu tiver outra receita legal eu compartilho aqui com vocês.


É isso aí!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Dieta da Lua (Doida)


Gente... tô num sufoco pra perder um pouco de gordura localizada. Localizada na barriga, claro.

Estou meio que tentando ter uma alimentação balanceada e tirar refrigerante da minha vida. Mas como é que eu consigo isso? As pessoas ajudam, hein? Hein? Nãããããão...

A minha tia gosta de comida com "sustança". E é ela quem faz a comida aqui em casa. O Herlon absolutamente adora pizza. Se ele pudesse comia todo fim de semana. Por falar nisso... eu contei pra vocês que meu colesterol ruim aumentou assim que a gente começou a namorar? É! Era uma tal de pizza todo fim de semana, refrigerante, picanha gorda... Todas essas coisas horrorosas e nem um pouco gostosas. (Ai, ai... bons tempos, aqueles...).

E aí, um dia eu fui ao médico fazer consulta de rotina e  no resultado dos meus exames tava lá, quase que praticamente escrito em letras grandes: "Faça dieta, sua descompensada cheia de gordura!!"

É claro que a médica traduziu isso pra mim com uma voz bem mais meiga e calma... Mas, era colesterol ALTO que estava no meu exame de sangue. Quer dizer, a magricela que podia comer tudo sem aumentar um centímetro da circunferência do abdôme e sofria horrores por isso. É. Eu odiava ser magra.

E agora eu não posso sequer comer um pedaço de pizza sem sentir a gordura da mussarela entrando no meu corpo e invadindo as minhas veias como uma praga de gafanhotos e se instalando violentamente na minha barriga.

E eu sempre peço... "Herlon, amor... Me prometa que não vai me dar refrigerante! Prometa!! Nem se eu pedir! Nem se eu implorar!! Nem se eu me jogar aos seus pés de joelhos suplicando que você tenha piedade desta alma!! Nem que eu diga que vá pular de uma ponte... (Quer dizer, se eu for mesmo pular de uma ponte, não vejo nada demais em ele me dar um pouco, né?)"

Daí ele me promete. Então, quando eu viro o meu copo pra ele e digo: "Coloca um pouquinho de Coca-Cola aqui..." O que é que ele faz? Hein? Hein? Ele COLOCA!!!

Quer dizer, onde é que está o amor das pessoas hoje em dia?? Quer dizer, eu sairia correndo atrás dele como uma louca assassina caso ele se recusasse a me dar refrigerante, mas... O que é que custa ele me dizer um simples: "Não".

E o que é que eu faço agora? Agora, eu tenho que me submeter a exercícios torturantes (em casa mesmo, já que eu absolutamente de-tes-tei academia) e tomar litros e litros de chá-verde.

Aliás, chá-verde é um caso a parte já que tem um sabor bastante peculiar de capim com água de riacho. É uma "de-lí-ci-a". Eu não sei como a Angélica vive de tomar essa porcaria. E ela nem come CARNE!! Como alguém vive sem comer CARNE?? (Eu sei que tem um monte... eu não sou uma delas).

Mas... eu meio que estou tentando ser diciplinada com esse negócio de dieta. Meu objetivo é entrar num biquini duas peças no final do ano. 

Me desejem sorte.

Ah! E se alguém aí souber de alguma coisa que faça perder o buxo, desde que seja saudável, eu agradeço.

Ah! E um aviso pra quem pretende um dia começar essa de tomar chá-verde: dá uma imensa vontade de fazer xixi. Por isso, se você quer ter um sono tranquilo... Não tome chá-verde antes de dormir.

É isso aí!

terça-feira, 10 de novembro de 2009

A besteira continua...


Eu assisti o primeiro capítulo da nova temporada de Malhação. O capítulo inteiro.

Gente, aquilo ali é uma coisa impressionante. A cada dia que passa, a besteira daquela novela sem rumo aumenta mais.

Eu já fui telespectadora de Malhação. Nos bons tempos. E já faz bem uma década que esses bons tempos acabaram. Agora eles insistem em deixar esse programa no ar, não sei porque razão.


Os atores, a cada temporada, ficam piores. Não fosse só isso, o texto também parece que vai morrendo.


Sei lá, vai ver é só uma adaptação... Vai ver que a cada ano que passa, os grandes atores adolescentes de Malhação vão sentindo dificuldade pra decorar e entender textos mais complexos e bem escritos. Daí, seja lá quem escreve as coisas que eles dizem, resolveu fazer frases mais curtas, repetitivas e sem nenhuma criatividade. Quer dizer, você tá assistindo aquela droga e sabendo o tempo todo o que os personagens vão dizer um pro outro porque aquilo ali agora tá cheio de lugar-comum. Santa paciência...


As histórias se repetem e estão ficando mais e mais chatas. E nada me tira da cabeça que, se eles estão tentando passar algum tipo de lição pros adolescentes retardados de hoje em dia, isso não tá dando certo.


Quer dizer, pensa comigo. O primeiro capítulo já começa com um monte de garotos problemáticos, procurando sarna pra se coçar. De início já mostrou o primeiro dia de aula na escola nova e a primeira coisa que os alunos falam é: "Vamo começar aprontando uma agora!"


Faça-me o favor! O cenário principal é uma escola, mas a última coisa que aquele povo faz é estudar. Aí, eles vão ficar fazendo uma danação atrás da outra e, lá pro final do ano que vem, na última semana da temporada é que todo mundo vai se arrepender das coisas ruins que fizeram, vai todo mundo virar bonzinho, o Filhote-de-Fábio-Júnior vai ficar com a Mocinha-pobre-que-não-gostava-dele-no-começo e vai começar a mesma babaquice de novo no ano seguinte.


E aí, na tal da última semana em que todo mundo aprende a lição, os adolescentes sem-noção (eu quero crer que não são todos...) que assistem Malhação, vão arranjar outra coisa pra fazer e não vão ver quando todo mundo aprende que ser violento, galinha e ambicioso demais é ruim. E ainda tem aquela parte inteligentíssima que, mesmo depois de assistir todo mundo ficando bonzinho, acaba achando legal mesmo aquela parte em que tem porrada, pegação e gravidez precoce.


Ô povo da Globo!! Dá um tempo, né? Inventa outra coisa! Afff...

sábado, 7 de novembro de 2009

Quando ela quer...


Gente!! Vocês perceberam que a Leda Nagle anda penteando os cabelos ultimamente?

Quer dizer... não é aquilo que pode se chamar de : "Oh, puxa!! Como ela está penteada..." Mas vamos dar um desconto, tem dias que o cabelo dela está bem pior...

E dá pra ver que a Leda é uma mulher vaidosa. Olha só essa foto dela que eu achei!

Ela devia cuidar mais do pobrezinho... Eu prestaria bem mais atenção nas entrevistas, rsrsrsrs.