quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

A Era da Modernização


Eu odeio computadores. E já tinha uma leve desconfiança disso, desde que o negócio todo saiu do Windows 98. Na verdade, eu odeio o Windows também. Na verdade, bem agora, eu estou com vontade de xingar a mãe de quem inventou essa meleca.

Quem foi que disse, afinal, que essa "trepeça" facilita a vida da gente? E quem foi que disse que, com a modernização, as coisas ficam mais fáceis? Pra mim, não fica porra nenhuma.

Nunca me passou pela cabeça que, nos dias atuais do século XXI, alguém conseguisse sumir com com um arquivo do computador, sem querer. Pois isso era bastante comum. Estou falando daquela época remota, em que pouquissississímas pessoas tinham computador em casa. E quantas estórias nós ouvimos de heróis que se aventuraram a trocar a máquina de datilografar, pelo moderno Personal Computer (PC) e, no meio de um texto, apertaram a tecla assassina que fazia tudo sumir, sem poder voltar nunca mais?

O tempo passou, as coisas foram melhorando e inventaram o Word. Você poderia salvar seus textos e evitar que eles desaparecessem de repente. Você poderia gravar no próprio computador ou em um disquete (alguém aí ainda lembra o que é?)

Ontem eu quis ser moderna. Gravar em um CD é muito mais chique, colega! Mesmo porque, esse computador novo não tem um "buraco" pra colocar disquete.

Pois bem. Eu "dei fim" no meu arquivo. Eu sumi com a droga de um trabalho de 52 páginas que eu passei DUAS SEMANAS fazendo. Eu quase ceguei, na frente desse computador e consegui evaporar com tudo em menos de UM SEGUNDO.

Eu sei, isso foi pura falta de inteligência. Quero dizer, não minha, mas... DELES. É. Aqueles nerds filhos da mãe que inventaram essa porcaria.

Veja bem. Vamos pensar com lógica. (Estou falando da lógica de pessoas absurdamente ignorantes sobre esse negócio estúpido chamado informática). Com o disquete (alguém aí ainda lembra o que é?), era só colocar lá, dar um nome pro arquivo, salvar e pronto, não é mesmo? Então, o que nós (pessoas absurdamente ignorantes sobre esse negócio estúpido chamado informática), vamos pensar do CD? "Pô, com CD deve ser mais fácil, já que é mais MODERNO, né?" Ledo engano companheiro...

Mas, aí é que está. Eles totalmente enganam a gente! Eu vou dizer porquê.

Eu coloquei o benedito do CD no seu devido lugar, movi o benedito do arquivo pro seu devido lugar no CD, dei um nome pra ele e cliquei em "GRAVAR ESSES ARQUIVOS NO CD". Pronto! Então eu pensei: "Putz! Muito fácil, cara! E eu que tava com medo dele me dar uma mordida..." (A esta altura, o povo que entende dessa merda já deve estar totalmente rindo da minha cara, né? Não ria da desgraça alheia. Isso é feio. Papai do Céu castiga).

Mas ele me mordeu. Quando eu terminei de "gravar" tudo, o drive de CD abriu sozinho, como se dissesse: "Pronto, colega. O serviço acabou". Então, eu coloquei ele de novo, pra verificar se eles estavam lá mesmo e... branco total. Não. Não é propaganda de sabão-em-pó.

Eu respirei fundo e comecei com aquele negócio de ser abóbora. Porque, tipo assim, aqueles arquivos infames, deviam estar ali, em algum lugar, brincando de esconde-esconde comigo. Porque, cara, olha só todos aqueles filmes e matérias jornalísticas que mostram o povo lá, encontrando arquivos criminosos, habilidosamente deletados pelos bandidos! Eu, tipo, não achei que fosse TÃO capaz de mandar um arquivo pra casa do cacete, sem passagem de volta.

Aí eu pedi ajuda. O meu irmão (que estuda esse negócio de software), me perguntou como foi que eu fiz e, quando eu respondi, ele disse:

- Ah, mas tem que gravar com o Nero, né? Windows não grava CD!

Primeiro: Quem diabo é Nero? Quer dizer, não foi aquele cara lá, que botou fogo em Roma?

Segundo: Se o Windows não grava CD, por que ele me fez PENSAR QUE ESTAVA GRAVANDO UM CD?

E é aí que está o negócio. Por que no lugar de: GRAVAR ESSES ARQUIVOS NO CD; não estava: A DROGA DO WINDOWS NÃO GRAVA CD, POR FAVOR, PROCURE SABER O QUE É A PORRA DO NERO PORQUE É ELE QUE FAZ ESSE TIPO DE SERVIÇO SUJO? Simples, meu Deus! O que é que custava?

Então, o que era pra ser uma coisa TÃO simples, virou um inferno e, agora sim, eu vou cegar de verdade (como se já não fosse cega o bastante), fazendo DE NOVO, NOVAMENTE, MAIS UMA VEZ, as 52 páginas e, desta vez, em apenas... 3 DIAS!!!

E isso tudo por quê? Porque eu quis dar uma de super antenada e não usar meu velho computador movido a lenha, que trava a cada intervalo de 10 minutos (quando ele está de bom-humor) e onde eu posso gravar tudo em um disquete, sem maiores problemas.

Ai, ai...

Alguém me mate.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Preguiça


Hoje eu tô com preguiça, meu Deus...

Preguiça de sair de casa, de pegar dois ônibus pra ir dar aula.

Por mim, eu ia pro quarto agora ler um daqueles romances em que a gente suspira de cinco em cinco minutos e só ficar lá... Sem nem sentir fome alguma. Me alimentando só daquelas letrinhas pequenas.

Até a mamãe escancarar a porta do quarto e perguntar carinhosamente:

- Menina! Tu já comeu hoje?? Te levanta! Vai almoçar! Faz uma vitamina! Come um sanduíche! Tem farinha láctea, neston!



Mamãe...



Eu quero ir pra uma praia, com pessoas queridas pra me acompanhar... Absorver o sol da manhã pela minha pele até ela ficar da cor de jambo. E quando a noite chegar, eu vou colocar um vestido rodado e uma flor no cabelo e os pés descalços, sentindo a areia embaixo deles.

Eu vou dançar o Samba da Bênção como se eu fosse a própria música...

"É melhor ser alegre que ser triste

Alegria é a melhor coisa que existe

É assim como a luz no coração..."

Eu vou levar a Merinha, a Jonilza, a Bel!! Porque a gente vai tomar vinho e rir muito de qualquer coisa que a gente diga.

E a brisa querendo levar os meus cabelos nem sei pra onde...



Ai, ai...



Agora é que eu tô com preguiça mesmo...

Aff...

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

As pessoas bobas


Eu sempre gosto de ler este texto. Como uma forma de me lembrar que existem pessoas más neste mundo. Então, eu resolvi colocar ele aqui, de novo, pra vocês também darem uma olhada. Quer dizer... não totalmente. Também é uma forma de enrolation que eu achei pela falta de post nos últimos dias (rsrsrsrs). Eu estou com um pequeno problema de falta de tempo mas... aguardem! Porque... a vingança será maligna... hahahahahaha!!!! Mentira. Nada a ver com vingança. Só escrevi essa frase porque eu acho legal (rsrsrsrs). Doida, meu Deus... Tsc, tsc, tsc...


******************


Existem mais pessoas bobas, feito eu. É, existem mesmo. Não uma ou duas, mas um bocado o suficiente para que alguém escreva um livro sobre elas.
E é assustador. É realmente assustador quando você abre um livro que está ali, por acaso, e que você sempre olhou pra ele meio que assim, de lado, por achar que não é grande coisa e, de repente, vê a sua vida, contada por uma pessoa com quem você nunca conviveu e nem mesmo chegou a conhecer.
Isso significa que existem mais pessoas bobas do que a gente possa imaginar. Quer dizer... o que quero falar aqui é que pessoas bobas são... vocês sabem... pessoas bobas. Do tipo que acredita sempre nos outros e estão sempre dispostas a ajudar, mesmo que isso lhes sacrifique de alguma forma.
Bem, como foi com aquele cara lá... o “você-sabe-quem”. Bem, é claro que vocês não sabem de quem eu estou falando e nem eu vou dizer porque eu tipo, prometi a mim mesma que não iria mais pronunciar (ou escrever) o nome de “você-sabe-quem”, como uma forma de afastar esses acontecimentos ruins da minha vida.
O fato é que ele veio totalmente com aquela história de infelicidade inexplicável e questionamentos perturbadores e coisa e tal. E eu simplesmente deixei a MINHA vida de lado para, tipo... cuidar dele e tudo mais. E claro que, ele aproveitou o fato de eu ser uma pessoa boba pra me dar uns beijos e tentar me convencer de que eu iria me sentir muito melhor e ele também (principalmente ele, é claro) se a gente fizesse algo mais do que só trocar uns beijos. E, tipo, fala sério! Até uma pessoa boba feito eu, às vezes não é tão boba assim (o que eu devo agradecer desesperadamente a Deus ou seja lá que nome se dá à essa força divina que me impediu de fazer isso) e eu, saquei na hora (quer dizer, não na hora... quer dizer, demorou um pouco... mas antes tarde do que nunca, droga!) que aquilo não se tratava mais de infelicidade inexplicável, nem de questionamentos perturbadores mas sim de... ora, de sacanagem mesmo!
Mas, ainda quando eu estava envolta naquela coisa de “salvar a alma atormentada daquele rapaz”, quando eu tirei uns textos da Internet e dei pra ele ler, como forma de reflexão, ele mesmo ficou impressionado pela semelhança das coisas escritas naqueles papéis, com o que se passava exatamente na vida dele e eu também me impressionei, por isso dei pra ele ler.
O que me faz voltar ao fato assustador de que, às vezes, a gente pega um livro qualquer e lá nas suas páginas, estão escritas palavras que falam exatamente da sua vida, de algum momento difícil ou algo assim, pelo qual você esteja passando. É realmente muito, MUITO assustador.
O que me faz pensar que o decorrer da vida da maioria das pessoas, é meio que, mais ou menos parecido, tipo, com os mesmo problemas e coisa e tal.
O que me leva a questionar o porquê de ninguém fazer nada a respeito pra mudar a situação e viver de uma forma melhor, em um mundo melhor. Porque há solução para esses problemas e dificuldades da vida. Quer dizer... tem não é? Porque senão esses autores de livros de auto-ajuda não ganhariam fortunas em cima da desgraça alheia. Eles sempre têm a solução, se você quer saber.
O problema é que, apesar de agora eu saber que existem mais pessoas bobas no mundo do que de fato eu imaginava... só elas seriam bobas o suficiente para levar ao pé da letra o que dizem esses livros. Mas, nós, as pessoas bobas, somos simplesmente insuficientes, com relação ao número de pessoas “espertas”, para podermos mudar alguma coisa neste mundo.
A minha única esperança, na verdade, é que em algum desses livros que assustadoramente contam a minha história... que em algum deles... tenha um final feliz.

Por Lanussa Ferreira

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

DD



Quando eu tinha sete anos e morava em Parnaíba, no litoral piauiense, eu conheci a Deianne. Era uma "culuminha" (como dizem os parnaibanos), de uns três anos de idade que falava como se todo mundo fosse surdo (o que, devo dizer, não mudou muita coisa, dezessete anos depois).

Aquela coisinha cheia de cachinhos, parecia um tornado em miniatura que, hora estava aqui, hora estava ali, arrastando o que via pela frente, tudo isso falando um monte de coisa ao mesmo tempo. E gritando, claro, sua maior especialidade. Principalmente o nome do meu irmão mais novo, pelo qual nutria uma paixão avassaladora. Algo como: "Pediiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim!!" Era a única que chamava o Pedro Henrique assim. Acho que isso era estratégia para criar uma intimidade exclusiva com o amor dela.

Os quatro anos de diferença que existem entre nós, nunca foi um problema. Porque é uma coisa absurdamente simples, entende? Eu sou a mais velha, tenho juízo, paciência, serenidade, bom humor e a Deianne... bem, ela é a mais nova!

Dois anos depois de voltar para Teresina, lá vem a DD, morar aqui também. E trouxe na bagagem, uma irmãzinha que ainda não tinha nascido quando eu vivia em Parnaíba. Mas, eu não vou falar dela agora porque a Dainna, é um caso BEM a parte.

Durante todos esses anos em que convivemos, nós levamos o negócio da idade muito bem. A DD ainda alcançou o tempo em que eu brincava de bonecas e nós fizemos muito isso. E ela continuou brincando, enquanto eu já não achava tão interessante. Por isso, nós nos distanciamos um pouco.

Essa distância de que eu falo, não era física. O negócio é que nós não tínhamos mais os mesmos assuntos e interesses, tipo, Barbies e tamanquinhos da Xuxa. Mas, apesar dessas coisas, a gente se divertia muito quando se encontrava. Nas viagens pro interior, nos banhos de riacho, quando nossas famílias saíam pra almoçar ou jantar fora, nos fins de semana e nos churrascos na minha casa ou na dela. E aquela viagem pra Parnaíba, hein?! Nossa... Como foi bom, né? rsrsrs.

O fato é que a DD é minha prima. E quando a gente se apresenta assim, as pessoas sempre questionam qual o nosso grau de "primidez". A gente meio que se diverte olhando a cara do povo, tentando entender COMO nós somos primas. E a gente nunca conta. Mas... eu vou dizer aqui.

Os nossos pais são só amigos. Não temos nenhum laço de sangue que nos faça parentes. Mas a questão é essa aí. Os nossos outros primos (aqueles que a gente quase nunca vê e quando se encontra, fica pouco avontade), nos foram impostos, enquanto que nós escolhemos ser primas. E tanto, que já acreditamos absurdamente nisso.

A prima DD cresceu e nossos interesses voltaram a ser mais ou menos os mesmos, apesar de eu já estar na universidade e ela ainda na escola (eu sei que ela vai odiar essa parte, hehehe). Nós começamos a passar mais tempo juntas e formamos uma turma legal que saía pra comer pizza ou cachorro-quente e fazia barracos em praça pública enquanto a comida não chegava. Barracos especiais, estrelados por Deianne e Dainna, como só essas duas sabem fazer.

Essa Deianne já me fez passar muita vergonha... Já desgraçou alguns esquemas meus... Já me fez querer pular no pescoço dela por ser tão teimosa e egoísta, às vezes... e irritante... e gritante... e estressante... e os outros "ante" que existem por aí.

O último namorado dela deu um trabalão pra gente... quer dizer, ELA deu um trabalhão pra gente. Por ser terrivelmente ciumenta e possessiva e obcecada por aquela figura magra, curvada e vagarosa, que se arrasta por aí. O que eu também não entendi, é o porquê de eu ter gostado tanto dele e defender o probrezinho toda vez que a Deianne inventava uma coisa pra atentar o juízo da gente.

Essa macaca me ligava a cada dois dias, chorando aos montes, dizendo aquela mesma frase: "Snif, snif, snif. Lanussa, eu o o Jefferson... snif... não estamos... snif... bem... snif. Vem aqui, por favor!!! Snif, snif, snif!!!" E lá ia eu, mobilizar os amigos pra fazer a DD ficar bem com o Marcolino (para os íntimos, rsrsrs) e informar pra ela que, se continuasse a chorar daquele jeito... ia morrer desidratada, droga!!

E eu defendi tanto esse macaco do Jefferson que, nove meses depois do último término de namoro, nasceu Maria Klara.

E claro, eu fui uma das primeiras a saber e estava lá com eles dois, quando resolveram dar a feliz notícia para os meus tios que, eu nem sei porque, não acharam a notícia tão boa assim... Poxa... só porque a DD tava no segundo vestibular sem conseguir passar, com apenas dezenove anos, que não gostava de fazer NADA em casa e o Jefferson, assim como ela, era sustentado pelos pais e não tinha nenhuma perspectiva de vida? Afinal, era um bebê que vinha aí!! Mas eles não viram a coisa muito pelo meu ponto de vista...

Eu fiquei ali com ela o tempo todo e deixei até de sair com um cara que eu estava totalmente arriada, pra fazer paçoca de carne, porque ela tava com desejo.

E eu fiz isso, da mesmo forma que ela fazia quando eu ficava com dor de cotovelo por causa dessa peste chamada HOMEM. Ela, às vezes, me surpreendia com certas atitudes.

A DD, é minha prima, mais que todas as que eu tenho. Ela é meio doida do juízo, pede a minha presença o tempo todo, ri de tudo o que eu falo e faz uma dança do índio bizarra e eu rio junto só de olhar ela fazendo isso. Nós nos tornamos "primigas", como ela mesma diz e praticamente inseparáveis. Principalmente agora que nós temos a Maria Klara pra babar, porque descobrimos que é o único bebê que gosta da gente e vice-versa (rsrsrsrs). E além de tia, eu sou madrinha dessa lindona.

A maternidade só fez bem pra ela. E como!! Ela se tornou uma pessoa mais bonita, por dentro e por fora, ficou menos egoísta e descobriu uma simpatia repentina por trabalhos domésticos. Eu, que nunca pensei que a palavra Deianne e mãe, caberiam na mesma frase, fiquei realmente feliz quando vi o amor que ela tem por aquela gorduchinha sorridente.

A gente já passou por muita coisa juntas (e só pra confirmar isso tudo aqui, tive que interromper o texto pra atender uma ligação DELA, me pedindo, claro, pra aparecer na casa dela hoje) e eu espero que essa amizade de primas doidas continue enquanto a gente viver, porque eu já me acostumei totalmente a ter essa macaca atentando o meu juízo. Aff...

DD, eu te amo, mesmo quando tu ignora a palavra SEGREDO, quando eu te conto alguma coisa. Te ter na minha vida é estar bem longe de um negócio chamado TÉDIO, sua macaca maluca.

Ainda bem, Pai, que a Maria Klara tem uma madrinha...

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

O orkut foi o responsável


Ainda era Outubro de 2007 e eu estava relativamente feliz, especialmente pelos dias alternados em que eu era uma abóbora (há algo sobre ser abóbora em algum post abaixo).

Pois bem, enquanto eu colocava fotos novas no meu orkut, aconteceu um troço que eu não sei explicar e as fotos já carregadas, sumiram de repente. Então eu pensei: "Droga! Mais uma frescura nova desse orkut pra encher o saco!"

O problema é que, depois disso, eu não consegui mais acessar o meu orkut. E demorou mais ou menos uma meia hora, até eu descobrir que tinham roubado minha senha e mudado TODO o meu perfil. Porque lá, deixava bem claro que eu era uma piriguete-fumante-e-cachaceira (piriguete bissexual, devo acrescentar).

Putz! Eu fiquei maluca com aquilo ali. Porque a droga daquele perfil tava totalmente falando horrores ao meu respeito, com a minha foto e, aparentemente, eu não podia fazer nada!!!!

O fato é que, depois de proferir todos os palavrões de que eu tenho conhecimento (alguns que eu nem sabia que tinha conhecimento e outros que eu inventei também) e me acalmar um pouco, eu, minha irmã e uns amigos, denunciamos o meu orkut (que não era mais meu) e em poucos dias, o pessoal que inventou aquela meleca, deletou a marmota que fizeram pra mim.

Depois de um ano e meio, voltei então a fazer parte do Movimento dos Sem Orkut. E não estava com a mínima vontade de ter outro porque eu, tipo, não queria passar por aquela porra toda de novo. Resolvi retornar à minha vidinha de antes, em que não era obcecada por ver a página de recados a cada cinco minutos, pra ver se tinha um novo e adicionar um monte de comunidades que eu nunca visitava.

O problema era: o que eu iria fazer no computador, justamente no horário em deveria estar fazendo algum trabalho importante da universidade ou coisa do tipo?

Poxa... Nada pra me distrair e atrasar os meus trabalhos até eu ficar maluca sem saber como iria escrever 60 páginas de um livro-reportagem em duas semanas (esse foi meu trabalho de conclusão de curso e eu escrevi assim). Eu fiquei realmente preocupada com isso. Fazer os trabalhos, na hora real em que deveria fazê-los, é totalmente muito chato. Tipo, só coisas sérias e escritas numa linguagem irritantemente técnica e repetitiva, porque parece que os seus professores gostam tanto de um determinado assunto que, resolvem falar só sobre ele, TODOS ao mesmo tempo e em TODOS os semestres, mesmo que você e seus colegas supliquem para que eles dêem chance às outras áreas que envolvem o seu curso. Porque, acorda, o que eles fazem a gente pode conseguir depois, numa especialização. O que é até melhor, porque a gente pode escolher o assunto, né?

Mas... E das colinas distantes, eis que surge... a Luz!

Muito por acaso eu achei, em uma pesquisa feita no Google, um blog bastante interessante e criativo. E eu pensei: "Puxa vida, esse negócio de blog é legal!"

Então me meti nessa história de fazer um blog e me diverti bastante durante uns dias, só na parte de deixar tudo isso aqui, com a minha cara. Ah! Até consegui atrasar uns trabalhos com bastante competência. E acho até que me superei, porque eu nem tenho certeza se passei ou não, no semestre. Pessoas, não façam isso em casa, hein! Isso é só para profissionais. Quero deixar claro que, eu demoro pra fazer as tarefinhas, mas faço. Não tenham medo de me ver no mercado de trabalho. Embora eu já tenha decidido não ser jornalista.

E foi assim que isso aqui aconteceu. O orkut me deixou furiosa e eu fiz um blog pra passar o tempo e dividir, com quem quer que sejam as duas pessoas que lêem isto, as coisas malucas que acontecem na minha vida e o que eu penso sobre outras tantas.

E... Tá! Eu fiz outro orkut pra mim. Mas é que os amigos insistiram tanto... Tá! Foram só três pessoas, mas três pessoas MUITO importantes na minha vida.

E vejam pelo lado bom!! Agora eu tenho o blog E o orkut pra me tirar a atenção dos trabalhos acadêmicos!!rsrsrsrsrs



terça-feira, 29 de janeiro de 2008

O Mundo Real




Ah... No Mundo Real a coisa é feia e complicada. Começando na hora em que você acorda. O cara ronca feito um trator e ela toma todo o lençol. Os cabelos... nem quero falar nos cabelos.

Ele deixa as coisas espalhadas pela casa porque é função da mulher sair apanhando tudo como se fosse uma babá. Ela improvisa um varal de calcinhas no box do banheiro e por isso, é obrigada a lavar as cuecas dele com aquela "freada de bicicleta" federal.

No Mundo Real, as discussões seriam meio que assim...

ELE: "Vou pedir uma pizza pra gente".

ELA: "Pizza de novo?! A gente já comeu pizza três vezes essa semana!"

ELE: "Mas eu gosto de pizza!"

ELA: "Eu sei, mas essa semana já chega, né? Pede comida japonesa!"

ELE: "Mas eu quero pizza!"

ELA: "E eu quero comida japonesa!"

ELE: "Mas eu quero pizza!"

ELA: "E eu quero comida japonesa!"

ELE: "Mas eu quero pizza..."

E até que a morte os separe... Porque só a morte, mesmo.

E na TPM...

ELA: "Luis Henrique Oliveira Machado JÚNIOR!!! Eu não pedi pra você trazer margarina do supermercado?"

ELE: "Pediu, sim. E eu trouxe".

ELA (já ficando vermelha): "Light, Luis Henrique?? Margarina light?? (como se estivesse contaminada com coliformes fecais). Você sabe que eu deteeeeeeeeeesto margarina light!!! Só porque você come essa porcaria, acha que eu sou obrigada a comer também?"

ELE: "Maria Célia, deixa de frescura! Margarina é margarina, ora!

ELA: "Frescura, Luis Henrique?! Frescura?! Você é um grosso, Luis Henrique!"

ELE: "E você é uma maluca! Quando é que vai passar essa TPM, hein? Onde já se viu discutir por causa de uma margarina... Tsc, tsc, tsc..."

ELA: "Pra onde você pensa que vai Luis Henrique? Não vai me deixar falando aqui sozinha, hein! Luis Henri..."

E quando alguém não entende direito o que o outro quis dizer...

ELE: "Olha Maria Célia, tem que falar com aquela menina, hein! Tá um problema sério! Vai pra essas festas aí, enche a cara e fica bêbada pra todo mundo ver... Tá errado, isso!!"

ELA: "Ai... É mesmo um problema. Eu não sei mais o que é que eu faço. Mas ela saiu parecida com você..."

ELE: "Tá me chamando de farrista, Maria Célia?? Que comparação grotesca!!"

ELA: "Mas eu só tô dizendo que ela parece com você, que é o pai dela! Você sempre gostou de festa. Se pudesse estava em uma todo dia. Ela também gosta de dançar, se divertir..."

ELE: "Olha, não tem nada a ver o que você tá dizendo! São situações totalmente diferentes! Você tem mania de fazer esses comentários fora de hora, viu!"

ELA: "Mas o que é que tem demais eu dizer que a sua filha saiu parecida com você??"

ELE: "Você fica distorcendo as coisas!"

ELA: "Mas quem está distorcendo as coisas é você, Luis Henrique!"

E até que a morte os separe... De novo!
Parece que chega um ponto em que o prazer de um é atormentar a vida do outro. Deve ser a hora em que a vida não tem mais sentido ou algo assim... E eu gostaria de saber porque é que duas pessoas que se amavam e resolveram se casar (porque se amavam) passam a não se suportar mais e convivem juntos mesmo assim.

O cara acha que a obrigação dele é só colocar a comida na mesa. A mulher tem que trabalhar fora de casa, sair apanhando as coisas que ele deixa espalhadas, lavar as cuecas e cuidar das crianças. No máximo ele sabe quantos filhos tem. Ele só vai até aí nessa parte referente a números. Só saber disso já basta. Por que ele vai se incomodar, tipo, com idade e série que eles fazem na escola?

ELE: "Maria Célia, como é que você deixa esse menino ficar reprovado?? Você acha bonito, isso?? Seu filho nem consegue passar de ano, Maria Célia!!" (porque nessas horas... as mulheres fizeram os filhos com o travesseiro). Tanto que eu trabalho pra dar tudo que vocês precisam e ainda tenho que agüentar isso?!"

E pobre dos filhos...

ELE: "E aí, Marcelão!! Como é que vai, rapaz? Deixa eu te apresentar aqui meu garotão!! Luis Henrique Neto!"

AMIGO DELE: "Nossa, garotão mesmo, hein Luis!! Tá fazendo que ano, já?"

ELE: "Ah... Anh... (olha assim meio de lado pro filho como se pedisse socorro e o garoto olha assim meio de lado pra ele como se pensasse o quanto ele merece)".

FILHO DELE (já tendo se divertido bastante com a cara de idiota do pai, fala com aquela cara de quem já acha aquilo um caso perdido): "Eu tô na sexta série... PAI".

É claro que, em troca disso, ela também não deixa a vida dele nenhum pouco fácil. E faz questão que ele vá pro jantar na casa da mãe dela, jogar dominó com o tio Armando de 72 anos, enquanto ele conta as histórias de quando trabalhava numa fábrica de tijolos. Tudo isso, depois que ele passou um dia de cão no escritório. Ora, se ele não facilita a vida dela... por que ela vai fazer isso por ele?

E cadê o amor, meu Deus?? Tá certo que o padre disse: "Até que a morte os separe" mas, ele tava falando de morte natural. Não era pra ver quem mata o outro primeiro. Por isso, cada vez mais eu me convenço de que casamento não é uma coisa muito boa...

O pior é que, todos os caras com quem eu me envolvo, me dizem a mesma coisa: eu sou pra casar. Daí o porquê de a maioria deles (principalmente os que eu resolvo corresponder) não querer nada sério comigo. Provavelmente, eles acham que eu tenho o objetivo de arrastá-los para o altar na primeira oportunidade. E como eles estão enganados...

Mas passa pela cabeça deles me perguntar se eu quero mesmo isso? Nããããããão. Eles preferem tirar conclusões precipitadas, simplesmente, porque eu pareço ser uma menina-pra-casar. Ora, se eles não querem isso... por que diabos eu vou querer também? Sinceramente, tem hora que homem... vou te contar!

Um deles, em especial, ficou quatro anos comigo. Quatro anos só ficando porque, era com as outras (curicas) que ele namorava sério. Certa vez, ele chegou a me dizer que a gente ainda ia casar. Que nós íamos conhecer outras pessoas, namorar outras pessoas e um dia, quando a gente dissesse: "Agora chega!", a gente casava.

O que me leva à seguinte pergunta: por que ele acha que eu vou casar justamente com ele? Ora, eu totalmente sei o que ele espera de uma esposa e, toda vez que eu penso em mim, casada com ele, me vem sempre a mesma imagem na cabeça: eu o tempo todo na cozinha, descalça e grávida. E tipo, fala sério! O meu curso superior não me deu essa habilitação.

Eu acho, na verdade, que o ponto é exatamente este. Eu não fui educada pra casar. Nunca. Mamãe nunca me ensinou nada com o intuito de que eu fosse uma boa esposa. O que não me impediu de aprender todas essas coisas que as donas de casa (de antigamente) sabem fazer. Eu sei cozinhar, bordar, costurar... Mas ela nunca me forçou a aprender isso. Ela sempre quis que as filhas estudassem e fossem independentes. Meu pai também concorda.

É por isso que eu acho que eles me apoiarão, se eu chegar a ser mesmo mãe solteira. Minha mãe, por achar que marido é um objeto desnecessário. E meu pai... bem, por gostar que eu fique longe de homens.

Então, é isso aí, pessoas! Casamento não é mesmo pra mim. Mas continuo achando lindo e dou apoio pra quem resolver brincar de casar (afinal, é o que as pessoas estão fazendo hoje). E felizes daqueles que conseguem viver no Mundo Ideal e não no Mundo Real...

Casa... o quê???




Eu já disse em alguns posts abaixo que, decidi ser mãe solteira. Um dos motivos, é que eu quero evitar que meu filho tenha que fazer terapia antes dos dez anos de idade. Porque, a vida conjugal de alguns pais, acaba fazendo isso.

Na verdade, eu nunca pensei em me casar. E não me perguntem por quê. Isso eu também não sei responder. Fosse agora, eu diria: "Ah! Eu tenho trauma de casamento porque eu já sou grandinha o bastante pra entender como é que funciona a coisa. Além disso, fala sério, eu convivo com duas pessoas casadas (que às vezes querem se matar) lá em casa".

Porém, isso é uma coisa que vem desde a minha infância. Sério! Quando eu era pequena, a maior parte do tempo eu e minha irmã brincávamos sozinhas. Se a gente ia brincar de casinha, como éramos duas meninas, eu era a mãe (tem que ter uma certa hierarquia e eu nasci primeiro) e ela era a filha. Não tinha pai porque não havia nenhum menino. Isso já estava óbvio. Mas eu fazia questão de dizer: "Larissa, não tem pai porque ele morreu". Isso mesmo. Eu preferia ser viúva a ser casada. E se tiver algum psicólogo lendo isso aqui me diga, pelo amor de Deus, porque diabos eu fazia isso. E meus pais só estavam com uns cinco anos de casados e as coisas ainda eram flores. Então eu não tinha exemplo de casamento psicopata e, se tinha, eu não sabia, porque era só uma criança e não queria outra coisa além de comer, dormir e brincar.

Com o passar do tempo, conforme eu fui crescendo, as coisas foram piorando. Eu comecei a ter pesadelos terríveis com esse negócio de casamento.

Estava eu linda, vestida de noiva, pronta para entrar na igreja e com aquela mesma angústia que a gente sente quando sonha que está caindo de um lugar muito alto.

Nos sonhos (ou pesadelos, né?) eu sempre sou uma noiva querendo fugir. Eu acho até que aquele filme Noiva Em Fuga, foi inspirado em mim e eles nem sabem. É uma aflição interminável, o que eu sinto. Detesto ter esses sonhos.

Eu já sonhei que me casava com um homem velho (quase com o pé na cova), também já sonhei que meu pai me obrigava a casar com um "cabôco" do interior, vestido com aquela roupa de domingo e faltando dois dentes na frente (e claro que nesse eu fugi e me atirei dentro de um açude) e até já quase me casei com um indivíduo que, tava na cara de todo mundo, era assumidamente gay.

Esses sonhos me perseguem até hoje. E eu não tenho idéia de quando (e se) isso vai acabar.
O que eu sei é que, casamento é um troço muito complicado. Quer dizer, você tem que dividir o mesmo teto (e o mesmo quarto, o mesmo banheiro, às vezes o mesmo carro e até a escova de dentes, sem esquecer da melhor parte: as contas), com uma pessoa que não é seu parente, portanto, não te dá obrigação de aturar todos os defeitos terríveis daquela pessoa. Tipo, como a gente tem com os irmãos e com os pais.

Os pequenos problemas do dia-a-dia, se tornam motivos para uma terceira guerra mundial e, há mal entendidos que não deveriam existir mas que, são inevitáveis quando um dos dois tá, tipo, de TPM e coisa e tal.

E eu não sei porque, com o passar do tempo, os casais vão adquirindo uma intimidade absurda e totalmente desnecessária. Argh!

Quero deixar bem claro aqui que, não sou a do contra, quando o assunto é casamento. Nem abro a boca pra dizer que NUNCA vou me casar. Eu acho casamento uma coisa bonita e, se um dia eu entrar nessa, vou levar esse troço a sério mesmo. Eu até guardo secretamente (agora nem é mais tão secretamente assim), um caderninho com idéias para a festa do meu casamento. Porque, ora, a gente tem que estar preparada pra tudo!

O negócio é que eu não me deixo iludir por essa história de que eu vou encontrar um cara legal (hoje em dia, só isso já tá valendo) e que nós vamos nos apaixonar e ter filhos lindos, sermos muito felizes e morrer velhinhos, um do lado do outro.

Tá certo que há casos que são (e foram) assim. Mas casamento é pra pessoas corajosas e... eu ainda não tô com essa coragem toda, não. Não estou preparada (e nem sei quando vou estar) para me aventurar nessa montanha-russa. Até porque... eu totalmente não gosto de montanhas-russas.

Porque, pra mim, no Mundo Ideal, o casamento seria assim...

Você acorda linda, com o hálito fresco e os cabelos em ordem (ainda mais se o cabelo for temperamental como o meu). O casal divide as tarefas domésticas e ele lava suas próprias cuecas. Tipo assim, se eu lavo as minhas calcinhas, por que ele não lava as cuecas dele?

Há sempre um acordo quanto a organização da casa: eu não penduro minha calcinha (de novo as peças íntimas...) no box do banheiro, até porque eu também acho isso um horror e ele não deixa a toalha molhada em cima da cama ou... caída no chão ou... pendurada na cadeira da sala ou... seja lá onde for que ele coloque a droga da toalha!

No Mundo Ideal, as discussões seriam meio que assim...

ELE: "Amor, vou pedir uma pizza pra gente".

ELA: "Ah, meu bem, pizza de novo?! A gente já comeu pizza três vezes essa semana".

ELE: "Mas eu gosto de pizza".

ELA: "Eu sei, eu também gosto. Mas essa semana já chega, né? Pede comida japonesa!"

ELE: "Mas eu quero pizza!"

ELA: "E eu quero comida japonesa!"

E quando parece que a coisa vai pegar...

ELE: "Pizza pra mim, sushi pra você.

ELA: "Tá bom".

Simples assim. O negócio é cada um pensar no outro e não cada um pensar em si mesmo.

Ele entende a TPM...

ELA: "Luis Henrique Oliveira Machado JÚNIOR!!! Eu não pedi pra você trazer margarina do supermercado??"

ELE: "Pediu, sim. E eu trouxe".

ELA (já ficando vermelha): "Light, Luis Henrique?? Margarina light?? (como se estivesse contaminada por coliformes fecais) Você sabe que eu deteeeeeeesto margarina light!!! Só porque você come essa porcaria, acha que eu sou obrigada a comer também??"

ELE (com toda a paciência do mundo): "Claro que não... por isso eu trouxe margarina comum pra você".

ELA: "Eu não tô vendo margarina comum aqui, Luis Henrique!!!!"

ELE: "Tá aqui, meu amor. Embaixo do pacote de feijão".

ELA (prendendo a respiração e estreitando os olhos): "Mas é claro!! Você sempre dificulta as coisas, Luis Henrique!!! SEMPRE!!!"

ELE (estendendo os braços): "Ô, amorzinho.... É TPM, né? Dá aqui um abraço".

ELA: "Passou... (suspiro)".

Em troca, ela não faria questão que ele fosse jantar na casa da mãe dela e jogar dominó com o tio Armando de 72 anos, enquanto ele contava sobre os anos em que trabalhou numa fábrica de tijolos, tudo isso no dia em que o escritório tava uma zona porque a secretária ficou doente e a substituta fazia intervalo pro café a cada meia hora (e ele teve a impressão que no último deles, ela estava no banheiro pintando as unhas...).

Ele seria um pai carinhoso e atencioso. E ajudaria fazendo a sua parte na criação dos filhos. Eles resolveriam tudo na base da conversa, sempre pesando bem todos os lados. Cada um também teria seu momento de individualidade, pra não esculhambar de vez o negócio. Tipo, o futebol com os amigos e o chá com as amigas.

Duas pessoas centradas, adultas, agindo como tal, sem fazer da vida de ninguém o inferno em cima da terra. Pra mim, seria mais ou menos assim, esse tal de casamento. E toda a energia extra que se economiza com a inexistência de brigas e discussões idiotas, deveria ser aproveitada para algo mais produtivo, tipo, a cura do câncer ou coisa assim.

Eu tenho ou não tenho razão???